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sexta-feira, 11 de março de 2011

CHEFF KNUT e CULINARIA ALEMÃ

CHEF KNUT

O pequenino restaurante nasceu em dezembro de 2009, decorrente da inquietude de Knut Ratschiller - 49 anos, chef de cozinha, nacionalidade alemã - que literalmente não consegue ficar sem mexer nas panelas por muito tempo. De mãe alemã e pai italiano, apaixonado pela culinária desde a adolescencia, iniciou a profissão ainda jovem, engatinhando as primeiras experiências na cidade de origem Bozen-Itália, fronteira da Austria. Ha mais de 25 anos exerce a amada carreira na categoria internacional, tendo percorrido diversos países, como: Alemanha, Itália, Suíça, Franca, Espanha, México, Indonésia, Emirados Árabes Unidos, Índia, Singapura, entre outros. Atualmente, reveza seu tempo permanecendo seis semanas na terra e seis semanas em algum pais estrangeiro, em alto mar, chefiando a cozinha de navios de cruzeiros por varias partes do mundo, tal qual sempre sonhou.
Há mais de três anos, cativado pela cidade de Goiânia e por sua esposa, aqui se instalou. Contudo, Knut não resistiu em passar esse intervalo, entre as viagens periódicas para o exterior, sem com partilhar com os amigos, agora clientes-amigos, as infinitas possibilidades e o prazer de comer bem. Apesar do conhecimento e experiência com a culinária de diversos países e regiões do mundo, o chef optou por apresentar aqui a cozinha alemã, com toque internacional, em homenagem a sua origem, contribuindo assim, para expandir parte da cultura gastronomica Germânica em nossa terra Goiana, sempre trazendo novidades do mundo afora.




A CULINÁRIA ALEMÃ

A cozinha alemã varia muito de uma região para outra. Lá, a culinária é associada a pratos substanciosos, com muita salsicha, carne de porco - a mais popular-, além de tortas e bolos tentadores. Mas, com a apresentação de pratos mais leves e refinados, há duas décadas que esta imagem vem sendo mudada, o que não abafa o cardápio e os ingredientes tradicionais, com uma produção de 1500 tipos de salsicha, além de uma variedade enorme de queijos e presuntos.

As regiões sudoeste, Bavária e Suabia, compartilham muitos pratos da sua culinária com os países vizinhos ao sul, Suíça e Áustria. Ao oeste, a culinária francesa tem influência maior, enquanto que as regiões ao leste da Alemanha têm em comum com a comida do Leste Europeu, onde há influência escandinava nas regiões costeiras do nordeste.
Depois do porco, as carnes mais consumidas são a de frango, vitelo, gado, javali e veado – as duas últimas, em geral, provenientes da caça. Há, ainda, variedades de almôndegas de carne, batata e farinha (Knödel), sem contar os tipos de massas Spätzle e Schupfnudeln servidos como acompanhamento.
O queijo e a manteiga também fazem parte da alimentação diária, a necessidade de se alimentar com estes produtos, muitas vezes considerados pesados pelos brasileiros, se dá pelos longos invernos e a experiência dos tempos difíceis de guerra e pós-guerra. Hoje, a culinária alemã procura ser mais leve e saudável.



AS CERVEJAS
As cervejas germânicas são bem conceituadas por sua qualidade, sabor e influenciam ate hoje a cultura deste pais. Não e a toa que os alemães são os criadores da famosa Lei da Pureza Alemã de 1516, a “Reinheitsgebot”, que define os ingredientes aceitos para cervejas: água, malte de cevada e lúpulo. Descoberto apenas no século XIX por Louis Pasteur, o fermento é o quarto item permitido por esta lei, tida como a primeira norma de proteção ao consumidor vigente até hoje. No total, existem cerca de 1350 cervejeiras alemãs, produzindo mais de 5000 marcas de cerveja.
O Chef knut, acompanha esta tradição e oferece aos clientes em torno de 25 marcas de cervejas germânicas, escolhidas entre as mais conhecidas e apreciadas da Alemanha.

SOBREMESAS

Uma grande variedade de tortas e bolos está presente por todo o país e normalmente são feitos com fruta fresca, como maçã, ameixa, morango e cereja. Sorvetes também são bastante populares. Assim, no “Chef Knut”, seguindo a tradição germânica e servido o saboroso Apfelstrudel, sobremesa altamente consumida especialmente na região da Bavaria. Provinda da culinária Austiaca, o “strudel” como comumente conhecido na Alemanha, se incorporou a culinária germânica se associando a tradição culinária deste pais.

Edna Gomes


domingo, 23 de agosto de 2009

Aprendendo a desgustar um vinho sem se tornar um ENOCHATO

Hoje vou falar de um tema interessante e que sempre somos colocados em situações onde, se não tivermos o mínimo de informação, pode ser constrangedor.


Não sou enólogo e não gosto de muita frescura, agora, é importante ter algumas informações para não ficarmos de "saia justa" em algum jantar ou evento em que seja servido um bom vinho!

ATENÇÃO: Se você gostar e se tornar um estudioso em vinhos, não se torne um ENOCHATO, ninguém merece ficar ouvindo você mostrar suas "qualidades degustativas..."


Dicas de Degustação para pessoas normais:


Taça: Muito cuidado ao lavar a taça– todo e qualquer resíduo de detergente ou sabão podem estragar o gosto de qualquer vinho. Cuidado também com o pano de prato que será utilizado.

Taça 1: Você deve segurar pela haste, simplesmente porque o corpo humano é quente e as mãos funcionam como um forninho se ficarem em contato com o vinho. Pelo amor de Deus! não pegue a taça com a mão cheia e coloque a haste entre os dedos... é a demontração legítima que você é completo ignorante no assunto.


Exame Visual: visualizar a beleza da cor do vinho. É como peixe, carne, fruta, se tem algo errado com a cor, o produto não deve estar bom.

Exame Olfativo: sentir os aromas, perceber se são bons, o que te lembram, cada um tem sua sensibilidade e suas lembranças. E certamente, você pode dar uma fungada e perceber que: Hum..., isso não me cheira bem! O vinho foi, literalmente, pro vinagre.


Taça 2: para fazer o Exame Olfativo, temos de girar a taça para que os aromas possam ser liberados. Mas, taça não é centrífuga, Ok?

Inalando os aromas: Não é preciso molhar a ponta do nariz no vinho.


Mulheres são mais sensíveis: assim como só elas sabem que diabo é a cor “aurora boreal”, também são as mais sensíveis aos aromas. Por isso aquela tradicional pegadinha: “Que cheiro de perfume é esse na sua roupa?”. Cuidado meus amigos!

O primeiro gole: sorva (chique esse verbo né?) uma pequena quantidade do vinho e deixe que passeie pela boca, afinal, em cada ponto da língua sentimos um sabor diferente. Lembre-se: ninguém está lavando a boca, portanto nada de bochechadas protuberantes.

Outras Informações que podem ajudar a entender um pouco mais sobre vinhos:


Espumantes: O nacional só perde mesmo para as champagnes francesas. Quanto mais bolhinhas e maiores – melhor. Elas devem manter-se na taça. São bebidos jovens, ou seja, olha a data da safra que você vai comprar, hein! Tem de ser recente.

Água: Beba na proporção do vinho, mesmo com menor teor alcoólico ele também desidrata. DOR DE CABEÇA – RESSACA.


Comida: Para harmonizar com vinho, não pense só no ingrediente principal, mas também no molho que o acompanha. Harmonização de vinho e comida é complexa, mas se você for numa loja de vinho decente o pessoal vai te ajudar. Você diz o que pretende servir e eles te indicam vinhos para combinar. Agora nunca esqueça que seu gosto pessoal é o que mais vale!

Lendo o rótulo do vinho


Varietal: Vinho que utiliza um único tipo de uva ou ao menos tem 85% dela em sua composição. Ex: Merlot, Cabernet Sauvignon, Malbec, Syrah, Chardonnay, Pinot Noir, etc
Blend: Vinho composto por mais de um tipo de uva, ou seja, mistura as ditas cujas acima em proporções que variam de acordo com o resultado pretendido pela vinícola.

Barricas de Carvalho: Os vinhos envelhecidos em carvalho francês possuem toques de madeira mais suaves e os que passam por barricas americanas são mais agressivos."


Espero ter sido útil! Sempre que for degustar um vinho com amigos, não precisa mais passar por uma situação constrangedora! Se interessar em conhecer mais sobre enologia, busque uma escola especializada ou um profissional e SAÚDE!...




Leopoldo Veiga Jardim

terça-feira, 7 de julho de 2009

Delícias das Festas Juninas

O mês de Junho se vai, mas as delícias das festas Juninas ficam!

Você sabe como surgiram as Festas Juninas?
Festas Juninas ou Festas dos santos populares (Lituano - Joninės) são celebrações que acontecem em vários países historicamente relacionadas com a festa pagã do solstício de verão que era celebrada no dia 24 de junho, segundo o calendário juliano (pré-gregoriano) e cristianizada na Idade Média como "festa de São João". Essas celebrações são particularmente importantes no Norte da Europa - Dinamarca, Estônia, Finlândia, Letônia, Lituânia, Noruega e Suécia, mas são encontrados também na Irlanda, partes da Grã-Bretanha (especialmente Cornualha), França, Itália, Malta, Portugal, Espanha, Ucrânia, outras partes da Europa, e em outros países como Canadá, Estados Unidos, Porto Rico, Brasil e Autrália. (fonte wikpédia)


Dentre as guloseimas das Festas Juninas não podem faltar:

Arroz doce, bolo de fubá, bolo de milho, canjica, cocada, curau, doce de abóbora, doce de leite, fatia de amendoim, milho verde, pamonha, pé de moleque, pinhão, pipoca doce, quentão e vinho quente.


Hummmm! Só não se esqueça de comer com moderação!
Bom Apetite!
Leopoldo Veiga Jardim

quinta-feira, 2 de julho de 2009

Homenagem à França

Este ano se comemora o Ano da França no Brasil, um acordo diplomático que visa a aproximação entre as duas nações.

Quando falamos da França, logo lembramos de seu cenário cinematográfico para desfrutar uma culinária e degustar um bom vinho.

" Os parisienses são apaixonados pelos prazeres da vida de uma forma raramente igualável, e em nenhum lugar isto é tão evidente quanto no seu amor pela comida.

A culinária francesa é verdadeiramente uma delícia em todos os sentidos, e se apresenta de forma abundante nos inúmeros cafés e restaurantes em toda a cidade. As refeições, ao serem saboreadas vagarosamente, tornam-se eventos longos, e elas são o começo da estimulante vida noturna da cidade.

Por que existem restaurantes? Por que as pessoas passaram a considerar a refeição como um passatempo agradável e não mera necessidade? Desde quando alimentação se transformou em lazer? Foi na França onde surgiu o primeiro restaurante, no período do século XVIII. Esse restaurante era uma espécie onde serviam refeições com propriedades terapêuticas, principalmente caldos. Seu principal objetivo era restabelecer e restaurar a força de indivíduos doentes.

Durante as décadas de 1760 e 1770, os mais sensíveis ou doentes tornavam pública sua condição indo a novos estabelecimentos, chamados restauraters rooms. Ali permaneciam, calmamente, aproveitando o caldo restaurador servido. Em 1790, no entanto, o restaurante passou a ser visto como decadente e corrupto.

As mesas da Revolução eram locais para uma hospitalidade politicamente correta e um apetite frugal era tido como contra-revolucionário. Os restaurantes, antes vistos como provedores de comida saudável, passaram a posar como um símbolo da ganância da aristocracia. a transição entre essas instituições a partir da queda da Bastilha.

A Revolução Francesa teve grande influência na política, na cultura e, principalmente, nos costumes. No corte real francesa, os banquetes eram grandiosos. O mundo se rende à culinária francesa e à generalização da manteiga e dos molhos aveludados. Era chique usar os condimentos com freqüência, já que tinham preços acessíveis e seu emprego era comum. Foram os franceses, em especial os parisienses que inventaram a cultura moderna da comida. Metamorfoseando sua vida social e, a reboque, a do resto do mundo.

A partir do século XIX, o restaurante se transformou num local seguro para a transição da monarquia para a democracia. O aparecimento de um gênero literário até então desconhecido, a literatura gastronômica, conferiu status a pratos como ostras e champanhe e atraiu a atenção de turistas. Americanos e ingleses iam à capital francesa para descobrir os segredos de sua sofisticação em seus restaurantes.

Na segunda metade do século 19 a culinária francesa atingiu seu apogeu. Hoje, nem a própria França escapa ao estilo fast-food de alimentação. Nada contra ao estilo fast-food, mas para amantes da culinária francesa, isso com certeza é um fato muito preocupante, pois pode colocar em jogo toda essa cultura e cuidados na hora de selecionar os ingredientes e preparo dos pratos."
fonte: internet

Fica nossa homenagem a este lindo país e que neste ano o intercâmbio cultural e gastronômico se intensifique e que sejamos agraciados com as delícias da cozinha francesa.


Bon appétit!
Au Revoir !



Leopoldo Veiga Jardim

Como surgiu a Pizza?

Curiosidade

COMO SURGIU A PIZZA?

"Do Egito à Grécia Clássica, até Roma e Pompéia, estiveram presentes alimentos que nos fazem recordar o preparo e o cozimento de nossa atual pizza. No antigo Egito, era costume celebrar o aniversário do Faraó, comendo uma massa achatada e condimentada com ervas aromáticas.

Também, têm-se registro de relatos de algumas receitas Babilonesas e, no século VII a.C, um poeta soldado, em seus versos, nos informa que possuía uma massa achatada junto à sua lança - base principal da alimentação de um soldado naqueles tempos.

Muitos consideram a pizza atual como uma invenção da culinária italiana, que começou na sulina cidade de Nápoles. De fato, a pizza é vista com atenção especial pelos napolitanos como o seu tesouro culinário, uma reflexão da História popular: os Lombardos, chegados no sul da Itália depois da queda do Império Romano, trouxeram suas búfalas que, encontrando ambiente ideal na região do Lázio, abasteceram-se de leite para a criação da "mozzarella" e posteriormente, coma descoberta do Novo Mundo, chegaria à Europa o elemento fundamental para a pizza, sem o qual esta jamais poderia existir: o TOMATE. Depois de algumas desconfianças iniciais, o tomate acaba por ingressar triunfalmente na culinária napolitana e a pizza se beneficiará disto, aproximando-se ainda mais do formato com a qual é conhecida na atualidade.

Por volta de 1700 e 1800, a pizza se consolida como um dos pratos da culinária napolitana mais tradicionais e preferidos pelo público. A então Rainha da Itália e Savóia, Margherita (originária da Áustria), esposa de Umberto I, elevou a pizza de suas origens humildes, quando um pizzaiolo, fez três pizzas diferentes para a Rainha. Ela gostou de uma coberta com tomates, mussarela e manjericão. Foi quando a "Pizza Margherita" ganhou o seu nome. "
Fonte: Internet

Hunmmmmmmm! Deu uma vontade de comer uma pizza..entrem no www.vemcomer.com.br e escolha a melhor opção da cidade.


Leopoldo Veiga Jardim